Pular para o conteúdo principal

Paul McCartney compara mercados de animais da China a bombas atômicas


Paul e ativista pela proteção dos animais chamou o hábito de consumo de bichos silvestres de 'medieval'
 
Paul McCartney chamou de “medievais” os mercados públicos chineses, onde são vendidos animais vivos para o consumo, associando a esses lugares a disseminação do coronavírus, e ainda os comparou a bombas atômicas, que afetam o mundo todo. McCartney, que é ativista dos direitos dos animais, espera que este tipo de comércio acabe, assim como ocorreu com a abolição do tráfico de escravos.
Chamados de “mercados úmidos”, estes locais são bastante comuns na Ásia. Suspeita-se, embora ainda não tenha sido confirmado, de que a Covid-19 se originou no mercado de Wuhan a partir do consumo de carne de morcego ou do pangolim. A declaração do músico foi dada ao radialista americano Howard Stern. “Realmente espero que o governo chinês diga: ‘OK, pessoal. Nós realmente precisamos ser super higiênicos por aqui. Vamos encarar, é verdade. É um pouco medieval comer morcegos'”.

McCartney comparou os perigos que rondam os mercados úmidos ao lançamento de bombas atômicas. “Acho que faz muito sentido. Eles podem, muito bem, estar lançando bombas atômicas e afetando o mundo inteiro”. O ex-beatle também se antecipou a possíveis críticas sobre seu comentário. “As pessoas vão dizer que eles fazem isso desde sempre. Mas foi assim com a escravidão também. Você precisa mudar as coisas em algum momento.”
O cantor continuou a entrevista comparando a crise com uma guerra. “Já vimos várias formas de crise, mas nada que afetou todos no mundo ao mesmo tempo. É assustador. Minha mãe e meu pai enfrentaram a II Guerra Mundial e o espírito que eles mostraram foi: vamos seguir em frente, fazer o necessário e tentar ser feliz. É o que precisamos agora. E é isso que estamos vendo agora, muitas pessoas estão se unido. É inspirador”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Há 58 anos, morria Stuart Sutcliffe, baixista dos Beatles

Em 10/04/1962: Stuart Sutcliffe, baixista dos Beatles no início da carreira, morre de hemorragia cerebral aos 21 anos de idade, em virtude de uma briga de bar ou de uma overdose de anfetaminas, não se sabe ao certo, ironicamente um dia antes da banda chegar à Hamburgo, onde iriam fazer uma série de apresentações. Pauline Sutcliffe sempre disse que a morte de Stu estava ligada a uma briga que John Lennon e Stu tiveram. Segundo ela, os dois haviam brigado em Hamburgo e John teria chutado a cabeça de Stu, causando-lhe lesões que o teriam levado à morte, (teoria publicada no livro de Albert Goldman: "The lives of John Lennon"). Porém, quando indagada sobre o fato, Astrid Kirchherr (namorada de Stu em Hamburgo) negou a ocorrência deste incidente. Graças a entrevistas feitas a George Harrison, Paul McCartney e Pete Best, foi estimado e comprovado que o incidente não ocorreu. Na verdade foi fruto da briga que John e Stu tiveram com clientes que frenquentavam o clube dura...

Foto de rua com 11 faixas de pedestres vira montagem com Beatles e viraliza na internet em MG

Montagem colocou John Lennon, Paul McCartney, Ringo Star e George Harrison em todas as sinalizações feitas em uma via da cidade de Luminárias (MG). Em Luminárias, rua com várias faixas de pedestre viraliza e ganha a internet Uma brincadeira de dois amigos em um grupo de um aplicativo de mensagens instantâneas viralizou na internet. Eles fizeram uma montagem com os Beatles em 11 faixas de pedestres de uma rua de Luminárias (MG). Cada sinalização está a menos de dez metros de distância da outra. A rua em questão é a Prefeito Antônio Furtado, que dá acesso às cachoeiras da cidade. A montagem é uma paródia à capa do disco Abbey Road, de 1969, dos Beatles. Nele, John Lennon, Paul McCartney, Ringo Star e George Harrison atravessam a rua em uma faixa de pedestres. O dono da ideia, o vendedor Paulo Henrique Martins, não esperava que a brincadeira fizesse sucesso nas redes. “Eu tive a ideia. A princípio encaminhei a imagem ao Pedro [amigo] e pedi que fizesse a arte e acabou viraliza...

Sidney Magal: “A maioria das letras dos Beatles são babacas”

Sidney Magal na coluna de Mônica Bérgamo, hoje, na Folha de SP: “Magal diz que foi muito criticado nos anos 70. “Era um preconceito social. Eu era o cantor da empregada, do operário de obra,do aluno de escola pública”. E afirma que as rádios, naquela época, no Rio, não tocavam MPB e os jornais não falavam dos artistas brasileiros. “Isso me incomodava. Música é música. A maioria das letras dos Beatles são babacas, superbobas. ‘She Loves You’ e ‘Help’ são uma baboseira e foram o maior fenômeno”.